domingo, 12 de outubro de 2014

6 Dicas para deixar seu peludo mais feliz!


Ter um cão requer responsabilidade para proporcionar tudo que ele precisa, sem esquecer do seu conforto e bem-estar.
Veja 6 dicas para deixar seu cachorro feliz:

  1. Abrigo – Cachorros precisam de um lugar em que estejam protegidos do frio, chuva, vento e calor extremo. Se o cão fica fora de casa, é muito importante que ele tenha uma área coberta e segura.
  2. Comida e água – Itens básicos para qualquer ser vivo. Água limpa e fresca deve estar disponível o tempo todo. A comida necessária, de acordo com o tamanho e idade do cão, deve ser oferecida na quantidade correta.
  3. Exercícios regulares – Os passeios são importantes para a saúde dos cachorros, principalmente, se o cão fica em uma área pequena.
  4. Brinquedos – Para não deixar seu cachorro entediado, é necessário que ele tenha brinquedos para se distrair. Além disso, os brinquedos estimulam a mente dos cães, que adoram brincar, escondendo e procurando objetos.
  5. Amor e afeição – Assim como os humanos, os cachorros adoram ter a nossa atenção e receber carinho. A falta disso pode deixá-lo triste. Então, observe quando o cão está tentando chamar sua atenção.
  6. Ter um líder – Muitas pessoas deixam os cães fazerem tudo que querem, mas a verdade é que eles precisam que você seja o líder. Os cachorros precisam de disciplina e para conseguir isso, você precisa mostrar que é o líder.

Castração não garante a inibição no caso de comportamentos já adquiridos!


Por mais que deixe de produzir testosterona, hormônio atuando nos caracteres secundários masculinos, o machinho não vai sofrer de amnésia seletiva.
Em alguns casos a castração pode resolver, quando o aspecto hormonal tem influência no comportamental.
No caso de um animal novo não tendo descoberto os sinais sexuais na puberdade ou até num animal não tão novo, mas com o caráter bastante submisso, infelizmente medroso, com um comportamento consequentemente menos definido ou firmado, o simples desaparecimento da testosterona aos poucos elimina o comportamento de marcação territorial.

Agora se ele marcar por razões de estresse ou por submissão e/ou agitação, a influência hormonal geralmente é bem próxima do zero, outra razão pela qual a castração está longe de resolver todos os casos de marcação.
Sem falar de razões patológicas que podem provocar ou favorecer as marcações como, por exemplo, infecções urinárias, doenças endócrinas e alterações digestivas. Daí a importância de uma consulta geral e alguns exames de sangue e de urina do seu animal, se for o caso.
É claro que nesses casos patológicos a castração não deve ajudar também.
A monta assexuada ou aparente da parte de machos em outros, por liderança ou dominância, também não deve desaparecer somente com a castração, pois ela não é ligada a sexualidade, nem somente a produção de hormônios, mas sim a tentativa de autoafirmação hierárquica.
Somente nos casos de animais novos ou de temperamento muito submisso, medroso, a castração pode surtir efeitos. Embora nos casos de animais muito submissos tal comportamento é muito raro ou jamais aparece.
Nos dois casos, marcação ou monta assexuada, a educação e o controle da parte dos tutores são os meios mais eficientes de evitar, reduzir e eliminar esses comportamentos.
Sou a favor da castração por razões medicinais ou de controle de natalidade, não como solução milagrosa a comportamentos indesejados.
Alguém iria castrar o seu filho humano quando, no inicio da adolescência, começa a delimitar e controlar o acesso do seu quarto e pertences ou a disputar com colegas eventual autoridade, capacidade ou hierarquia nos grupos que frequenta?
Não seria mais lógico, natural e eficiente educá-lo e ensiná-lo limites e autocontrole desde sempre?

Eu querooooo....... #amei

Olha que gracinha, anéis de Pugs... Se alguém quiser me presentear heheheheh

(https://www.etsy.com/listing/151157138/yacikopo-handmade-pug-dog-ring-black)


 
igualzinha a Hana...




Feliz Dia das Crianças!!

Para entrar no clima dos Dia das Crianças... achei uma foto super legal!!

Pug feito de Lego, imaginem...
(a foto tá um pouco desfocada, mas é muito interessante) rs

 

 


Feliz Dia das Crianças!!!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Modelos!!

Os cães da raça Pug, são ótimos modelos para fotografias, sua carinha achatada faz toda a diferença em relação aos outros cães... Não tem como resistir ao seu charme sedutor (rs)..
 



 




Vacinação!

VIROSES: DEFENDENDO OS FILHOTES

Muitos filhotes são vitimados por virose nas primeiras semanas de vida. Há vírus por toda parte - no ar, no chão, na água, nas paredes, em animais e sobre as plantas - e seus efeitos podem ser devastadores, principalmente nos três primeiros meses de vida do cão quando as defesas imunológicas ainda estão em desenvolvimento.

O bom programa de proteção do filhote contra viroses atua em três frentes. Procura evitar o risco de contágio, estimula a produção de anticorpos e poupa organismo de males menores, deixando os anticorpos disponíveis para quando uma virose perigosa atacar.

PARA A VACINA FUNCIONAR
As vacinas são armas poderosas:

* Vacina óctupla - estimula a produção de anticorpos contra oito tipos de vírus: os da cinomose, parvovirose, coronavirose, parainfluenza, leptospirose (dois tipos) e hepatite (dois tipos).

* Pneumodog - aumenta as defesas contra vírus causadores de males do sistema respiratório, em geral de menor risco, mas que enfraquecem o organismo tomando-o mais vulnerável a viroses mais perigosas.

* Anti-rábica - combate o vírus da raiva, relativamente fácil de ser evitado em cães caseiros por ser transmitido apenas por contato com saliva infestada.

O bom resultado da vacinação depende de diversos fatores:

* Pontualidade das aplicações - atrasar a aplicação das doses prejudica a produção total de anticorpos comprometendo a eficiência da vacinação, com risco de perda da imunidade.

* Esperar as defesas completarem seu ciclo - o cão só é considerado protegido pela vacina a partir de 15 dias depois da aplicação da última dose. Até lá, ele não deve ir à rua, nem tomar banho sem recomendação veterinária, nem ter contato com outros cães.

* Vacinar só cão em perfeita saúde - organismo estressado não produz a quantidade esperada de anticorpos ao receber vacina. O cão precisa estar livre de vermes e outros parasitas; não deve ter tomado vermífugo há sete dias e, se fez cirurgia (como a de corte de orelhas), 15 dias já devem ter decorrido desde a operação.

* Boa qualidade da vacina - para funcionar bem, a vacina precisa vir de fornecedor idôneo, estar dentro do prazo de validade e ter sido armazenada em temperatura entre 2ºC e 8ºC, para não perder o princípio ativo.

* Aplicação bem feita - feita por veterinário conceituado, que garanta a boa origem e manutenção do produto, e avalie se o cão está com boa saúde antes de aplicar. Numa emergência, como a de choque anafilático, reação rara mas que pode acontecer, é ótimo estar com o veterinário ao lado.
QUANDO MUDAR O CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO

* Filhotes de Rottweiler e Dobermann - costumam ser mais sensíveis a contrair parvovirose e coronavirose. É recomendado dar doses adicionais de vacina óctupla aos 150 e aos 180 dias.

* Filhotes de mãe não vacinado, mantidos em local de risco - quando um lugar foi recentemente infestado por virose ou recebe visitantes que possam trazer vírus, convém antecipar em dez dias o calendário de vacinação do cão que ficará nele.

* Filhotes de roças muito pequenos (micro) - têm organismo mais delicado. Divide-se as doses mensais da vacina óctupla em duas quinzenais. As vacinas contra cinomose, parainfluenza, leptospirose e hepatite podem ser dadas junto com a Pneumodog e 15 dias depois aplica-se a vacina contra coronavirose e parvovirose.

* Cães que vivem em locais com incidência de ratos ou leptospirose - não deixar mais de seis meses sem vacinar. Há vacinas específicas contra leptospirose que podem ser intercaladas com a óctupla.

Calendário de vacinação
 
Vacina
Idade
Ocorrência
Óctupla
60 dias
1ª dose
Pneumodog
75 dias
1ª dose
Óctupla
90 dias
2ª dose
Pneumodog
105 dias
2ª dose
Óctupla 
120 dias
3ª dose
**********
135 dias
Protegido contra as viroses acima
Anti-rábica
150/180 dias
dose única
*********
165/195 dias
Protegido contra a raiva
NÃO FACILITAR O CONTATO COM VÍRUS

* Evite contato com cão com virose - se o cão for doente, ele e o ambiente onde ele fica estarão infestados com grande quantidade de vírus, dando muito trabalho ao sistema imunológico do cão sadio para fazer a defesa.

* Evite contato com pessoas que possam ter estado com cães doentes - os vírus podem vir no corpo, nas roupas e nos sapatos dos visitantes.

* Higienize o lugar onde houve virose antes de pôr um cão nele - locais onde houve caso de parvovirose, há menos de três anos, ou de coronavirose, tosse de canil, cinomose, parainfluenza ou hepatite há menos de seis meses, precisam passar por uma ampla desinfecção antes de receberem um novo cão, já que os vírus permanecem por todo esse tempo no local, nas paredes, frestas e plantas. Para desinfetar, queime os objetos dos cães infestados e desinfete o piso e paredes com Cândida pura. Deixe o local em quarentena pelos prazos de presença dos vírus. Se for preciso pôr um cão antes de acabar o período de quarentena, desinfete o piso diariamente com Cândida pura durante 30 dias e só coloque filhotes já com duas doses completas de vacina Óctupla. Aumente a vacinação para quatro doses completas. O risco de contaminação pela leptospirose é eliminado como boa higienização do ambiente ou secando-se muito bem o local.

MAIS ANTICORPOS

* Anticorpos da mãe - cerca de 90% das defesas imunológicas do filhote no início da vida não são produzidas por ele. São recebidas da mãe ao mamar o colostro, o “leite” clarinho dos primeiros cinco dias (as primeiras 24 horas são as mais importantes). Dependendo da quantidade de anticorpos recebidos da mãe, o filhote terá proteção por seis a 16 semanas. Para aumentar essa defesa natural:

Vacine a futura mãe antes do cruzamento: ela adquirirá uma quantidade maior de anticorpos para passar para os futuros filhotes.

Faça todos os filhotes mamar bastante: quanto mais eles mamarem, maior a proteção. Ninhadas de cinco ou menos filhotes são as mais favorecidas.

* Alimentação de boa qualidade - a nutrição fortalece a produção de anticorpos. Os alimentos industrializados são adequados para supriras necessidades do cão. É preciso estar atento à data de validade do produto, que não deve estar vencida, e ao armazenamento, de acordo com o especificado na embalagem. Comida deteriorada pode infeccionar o sistema digestivo e desgastar o sistema imunológico. O ideal é servir as refeições nas horas mais frescas do dia e retirá-las meia hora depois.

POUPANDO ANTICORPOS

Algumas medidas ajudam a evitar que os anticorpos fiquem ocupados e se desgastem com males menores, poupando-os para entrarem em ação diante da ameaça das viroses mais perigosas:

* Elimine parasitas assim que os descobrir - pulgas, carrapatos e bernes causam alergia e inflamam a pele, ocupando o sistema imunológico. Os vermes intestinais consomem parte da alimentação ingerida pelo cão e, menos nutrido, ele produz menos anticorpos.

* Proteja o cão do frio e do calor excessivo - temperaturas extremas estressam o organismo e debilitam as defesas. Abrigue o cão de pêlo curto quando a temperatura for inferior a 20ºC e o de pêlo longo ou médio, se estiver abaixo de 15ºC. Combata o calor intenso deixando água fresca disponível para o cão e evitando exercícios prolongados e exposição ao sol forte.

* Evite contrastes de temperatura - quando o cão estiver com o corpo quente, não deve pegar ar frio e vice-versa. Os choques térmicos causam estresse, diminuindo a resistência do organismo.

* Abrigue o cão das correntes de ar - são uma via transporte para vírus e bactérias causadores de doenças respiratórias, como resfriados e pneumonias.

* Evite umidade - ela favorece a proliferação de vírus e bactérias causadores de males do sistema respiratório. A umidade na pele abaixa temperatura do cão, deixando-o mais sujeito a infecções em geral, entre elas as dermatites.

* Mantenha higiene o cão fica: facilita o controle de insetos, parasitas, vírus e bactérias, todos potenciais ameaças ao sistema imunológico.

* Diga não ao estresse emocional: evite conviver em situação de tensão com o cão. O estresse emocional também debilita o organismo e o sistema imunológico.

* Trate logo as doenças: doença debilita o sistema imunológico, abrindo caminho para outros males desde o início e para o agravamento do próprio mal, quando causado por microorganismos.

Fonte:www.pugs.com.br