Este blog foi criado para esclarecer dúvidas sobre a raça de cães Pug, curiosidades, saúde, entre outros. Através deste blog, estarei vendendo filhotes da minha criação e produtos artesanais feitos por mim para trazer bem-estar aos nossos peludos. #amopug
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sábado, 18 de outubro de 2014
Depressão em cães
Devido ao fato de nossos cachorros terem mudado do celeiro, para o
quintal, para a cozinha e, finalmente, para a cama, veterinários notaram
que as vezes as preocupações dos clientes possuem uma natureza mais
humana quando falam de seus amigos de quatro patas.
Antes, quando
alguém mencionava que seu Pet estava deprimido, pensava-se que ele
estaria letárgico ou algum outro sintoma vago. Mas agora, há chances
concretas de que eles possam de fato estar clinicamente deprimidos.
Os Pets podem ficar deprimidos?
Eu
acho que é possível que Pets estejam deprimidos. Afinal, a depressão é
um desequilíbrio químico no cérebro. É plausível acreditar que não só
com humanos esse desequilibrio ocorra. Minha suposição é baseada em
alguma pesquisa? Não, e veterinários não estão atualmente em posição de
avaliar ou tratar essa condição, se é que existe. Como o famoso
veterinário cardiologista, Dr Paul, disse “O que é incrível sobre a
medicina, não é o que sabemos, mas o que não sabemos”.
Antidepressivos
são usados na medicina veterinária, claro. Porém não usados para tratar
a depressão em si, e sim outras condições ligadas ao comportamento,
tais como em cachorros obsessivos-compulsivos ou em casos de ansiedade
de separação.
Se um Pet for trazido à mim com sintomas de
“depressão”, eu não descartaria, mas ainda assim procuraria por outros
problemas mais entendidos e tratados por veterinários.
Mudanças na
vida do Pet e ansiedade podem ser motivos para desencadear um
comportamento anormal. O conselho é que esteja presente para o seu Pet, e
consulte um especialista para checar outras possibilidades.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Algumas plantas venenosas para cães 2
Algo que muitos donos de cães não sabem é que existem diversas
plantas que fazem mal aos cães. Acontece de alguém desavisado achar
linda uma planta e ter em seu jardim, sem nem desconfiar que ela pode
ser um perigo para o cão.
São mais de 400 plantas consideradas venenosas para cães, algumas sendo potencialmente fatais.
Confira uma lista de plantas comuns que fazem mal aos nossos cães:
- Aloe
- Amarílis
- Azalea
- Begonia
- Cíclame
- Cravo
- Crisântemo
- Dália
- Gypsophila
- Hera-comum
- Kalanchoe (flor da fortuna)
- Todos os tipos de lírios comuns
- Margarida
- Mamona
- Narciso
- Oleandro
- Pothos
- Ranúnculo
- Schefflera
- Teixo
- Bulbos de tulipas
Mais vida aos nosso peludos! #euquero

Veja 5 dicas para seu cão ter uma vida longa:
- Dê ração ou comida de boa qualidade – Cachorros que recebem uma alimentação de boa qualidade têm os pelos brilhantes, a pele saudável e um olhar vivo. Além disso, uma boa ração ou comida fortalece o sistema imunológico, ajuda a manter o intestino, os músculos e as juntas em boas condições.
- Mantenha seu cachorro no peso ideal – Cães que estão acima do peso correm o risco de desenvolverem diversas doenças. A obesidade é um dos problemas mais comuns nos cães atualmente e estudos demonstraram que isso pode reduzir a vida deles em até dois anos. Para saber mais sobre a obesidade em cachorros.
- Leve seu cão ao veterinário regularmente – Todo cachorro precisa ser examinado pelo veterinário frequentemente. Não basta apenas levar o bichinho ao veterinário na data de vacinação. A consulta de rotina é importante para descobrir doenças ou problemas de saúde. Em muitos casos, quanto mais cedo for o diagnóstico maiores são as chances de cura.
- Mantenha a boca de seu cachorro limpa – Ao contrário do que muitas pessoas pensam, é importante cuidar da saúde bucal dos cachorros. Inclusive, é necessário escovar os dentes dos cães, para evitar problemas como cárie, tártaro e gengivite. Veja 4 dicas para a saúde bucal dos cães.
- Não permita que seu cão ande pelas ruas sozinho – Pode parecer que você está fazendo um grande favor ao seu cão quando permite que ele fique solto na rua, mas isso deixa o cachorro vulnerável a diversos perigos, como acidentes de carro, ataque de predadores, exposição a doenças contagiosas, pulgas, carrapatos e venenos.
domingo, 12 de outubro de 2014
6 Dicas para deixar seu peludo mais feliz!
Ter um cão requer responsabilidade para proporcionar tudo que ele precisa, sem esquecer do seu conforto e bem-estar.
Veja 6 dicas para deixar seu cachorro feliz:
- Abrigo – Cachorros precisam de um lugar em que estejam protegidos do frio, chuva, vento e calor extremo. Se o cão fica fora de casa, é muito importante que ele tenha uma área coberta e segura.
- Comida e água – Itens básicos para qualquer ser vivo. Água limpa e fresca deve estar disponível o tempo todo. A comida necessária, de acordo com o tamanho e idade do cão, deve ser oferecida na quantidade correta.
- Exercícios regulares – Os passeios são importantes para a saúde dos cachorros, principalmente, se o cão fica em uma área pequena.
- Brinquedos – Para não deixar seu cachorro entediado, é necessário que ele tenha brinquedos para se distrair. Além disso, os brinquedos estimulam a mente dos cães, que adoram brincar, escondendo e procurando objetos.
- Amor e afeição – Assim como os humanos, os cachorros adoram ter a nossa atenção e receber carinho. A falta disso pode deixá-lo triste. Então, observe quando o cão está tentando chamar sua atenção.
- Ter um líder – Muitas pessoas deixam os cães fazerem tudo que querem, mas a verdade é que eles precisam que você seja o líder. Os cachorros precisam de disciplina e para conseguir isso, você precisa mostrar que é o líder.
Castração não garante a inibição no caso de comportamentos já adquiridos!

Por mais que deixe de produzir testosterona, hormônio atuando nos
caracteres secundários masculinos, o machinho não vai sofrer de amnésia
seletiva.
Em alguns casos a castração pode resolver, quando o aspecto hormonal tem influência no comportamental.
No
caso de um animal novo não tendo descoberto os sinais sexuais na
puberdade ou até num animal não tão novo, mas com o caráter bastante
submisso, infelizmente medroso, com um comportamento consequentemente
menos definido ou firmado, o simples desaparecimento da testosterona aos
poucos elimina o comportamento de marcação territorial.
Agora se ele marcar por razões de estresse ou por submissão e/ou
agitação, a influência hormonal geralmente é bem próxima do zero, outra
razão pela qual a castração está longe de resolver todos os casos de
marcação.
Sem falar de razões patológicas que podem provocar ou
favorecer as marcações como, por exemplo, infecções urinárias, doenças
endócrinas e alterações digestivas. Daí a importância de uma consulta
geral e alguns exames de sangue e de urina do seu animal, se for o caso.
É claro que nesses casos patológicos a castração não deve ajudar também.
A
monta assexuada ou aparente da parte de machos em outros, por liderança
ou dominância, também não deve desaparecer somente com a castração,
pois ela não é ligada a sexualidade, nem somente a produção de
hormônios, mas sim a tentativa de autoafirmação hierárquica.
Somente
nos casos de animais novos ou de temperamento muito submisso, medroso, a
castração pode surtir efeitos. Embora nos casos de animais muito
submissos tal comportamento é muito raro ou jamais aparece.
Nos
dois casos, marcação ou monta assexuada, a educação e o controle da
parte dos tutores são os meios mais eficientes de evitar, reduzir e
eliminar esses comportamentos.
Sou a favor da castração por razões
medicinais ou de controle de natalidade, não como solução milagrosa a
comportamentos indesejados.
Alguém iria castrar o seu filho humano
quando, no inicio da adolescência, começa a delimitar e controlar o
acesso do seu quarto e pertences ou a disputar com colegas eventual
autoridade, capacidade ou hierarquia nos grupos que frequenta?
Não seria mais lógico, natural e eficiente educá-lo e ensiná-lo limites e autocontrole desde sempre?
Leia mais: http://portaldodog.com.br/cachorros/adultos-cachorros/comportamento-canino/castracao-nao-garante-inibicao-caso-de-comportamentos-ja-adquiridos/#ixzz3FyVoqFiX
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Vacinação!
VIROSES: DEFENDENDO OS
FILHOTES
Muitos filhotes são vitimados por virose nas primeiras semanas de vida. Há vírus por toda parte - no ar, no chão, na água, nas paredes, em animais e sobre as plantas - e seus efeitos podem ser devastadores, principalmente nos três primeiros meses de vida do cão quando as defesas imunológicas ainda estão em desenvolvimento.
O bom programa de proteção do filhote contra viroses atua em três frentes. Procura evitar o risco de contágio, estimula a produção de anticorpos e poupa organismo de males menores, deixando os anticorpos disponíveis para quando uma virose perigosa atacar.
PARA A VACINA FUNCIONAR
As vacinas são armas poderosas:
* Vacina óctupla - estimula a produção de anticorpos contra oito tipos de vírus: os da cinomose, parvovirose, coronavirose, parainfluenza, leptospirose (dois tipos) e hepatite (dois tipos).
* Pneumodog - aumenta as defesas contra vírus causadores de males do sistema respiratório, em geral de menor risco, mas que enfraquecem o organismo tomando-o mais vulnerável a viroses mais perigosas.
* Anti-rábica - combate o vírus da raiva, relativamente fácil de ser evitado em cães caseiros por ser transmitido apenas por contato com saliva infestada.
O bom resultado da vacinação depende de diversos fatores:
* Pontualidade das aplicações - atrasar a aplicação das doses prejudica a produção total de anticorpos comprometendo a eficiência da vacinação, com risco de perda da imunidade.
* Esperar as defesas completarem seu ciclo - o cão só é considerado protegido pela vacina a partir de 15 dias depois da aplicação da última dose. Até lá, ele não deve ir à rua, nem tomar banho sem recomendação veterinária, nem ter contato com outros cães.
* Vacinar só cão em perfeita saúde - organismo estressado não produz a quantidade esperada de anticorpos ao receber vacina. O cão precisa estar livre de vermes e outros parasitas; não deve ter tomado vermífugo há sete dias e, se fez cirurgia (como a de corte de orelhas), 15 dias já devem ter decorrido desde a operação.
* Boa qualidade da vacina - para funcionar bem, a vacina precisa vir de fornecedor idôneo, estar dentro do prazo de validade e ter sido armazenada em temperatura entre 2ºC e 8ºC, para não perder o princípio ativo.
* Aplicação bem feita - feita por veterinário conceituado, que garanta a boa origem e manutenção do produto, e avalie se o cão está com boa saúde antes de aplicar. Numa emergência, como a de choque anafilático, reação rara mas que pode acontecer, é ótimo estar com o veterinário ao lado.
QUANDO MUDAR O CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
* Filhotes de Rottweiler e Dobermann - costumam ser mais sensíveis a contrair parvovirose e coronavirose. É recomendado dar doses adicionais de vacina óctupla aos 150 e aos 180 dias.
* Filhotes de mãe não vacinado, mantidos em local de risco - quando um lugar foi recentemente infestado por virose ou recebe visitantes que possam trazer vírus, convém antecipar em dez dias o calendário de vacinação do cão que ficará nele.
* Filhotes de roças muito pequenos (micro) - têm organismo mais delicado. Divide-se as doses mensais da vacina óctupla em duas quinzenais. As vacinas contra cinomose, parainfluenza, leptospirose e hepatite podem ser dadas junto com a Pneumodog e 15 dias depois aplica-se a vacina contra coronavirose e parvovirose.
* Cães que vivem em locais com incidência de ratos ou leptospirose - não deixar mais de seis meses sem vacinar. Há vacinas específicas contra leptospirose que podem ser intercaladas com a óctupla.
Calendário de vacinação
Muitos filhotes são vitimados por virose nas primeiras semanas de vida. Há vírus por toda parte - no ar, no chão, na água, nas paredes, em animais e sobre as plantas - e seus efeitos podem ser devastadores, principalmente nos três primeiros meses de vida do cão quando as defesas imunológicas ainda estão em desenvolvimento.
O bom programa de proteção do filhote contra viroses atua em três frentes. Procura evitar o risco de contágio, estimula a produção de anticorpos e poupa organismo de males menores, deixando os anticorpos disponíveis para quando uma virose perigosa atacar.
PARA A VACINA FUNCIONAR
As vacinas são armas poderosas:
* Vacina óctupla - estimula a produção de anticorpos contra oito tipos de vírus: os da cinomose, parvovirose, coronavirose, parainfluenza, leptospirose (dois tipos) e hepatite (dois tipos).
* Pneumodog - aumenta as defesas contra vírus causadores de males do sistema respiratório, em geral de menor risco, mas que enfraquecem o organismo tomando-o mais vulnerável a viroses mais perigosas.
* Anti-rábica - combate o vírus da raiva, relativamente fácil de ser evitado em cães caseiros por ser transmitido apenas por contato com saliva infestada.
O bom resultado da vacinação depende de diversos fatores:
* Pontualidade das aplicações - atrasar a aplicação das doses prejudica a produção total de anticorpos comprometendo a eficiência da vacinação, com risco de perda da imunidade.
* Esperar as defesas completarem seu ciclo - o cão só é considerado protegido pela vacina a partir de 15 dias depois da aplicação da última dose. Até lá, ele não deve ir à rua, nem tomar banho sem recomendação veterinária, nem ter contato com outros cães.
* Vacinar só cão em perfeita saúde - organismo estressado não produz a quantidade esperada de anticorpos ao receber vacina. O cão precisa estar livre de vermes e outros parasitas; não deve ter tomado vermífugo há sete dias e, se fez cirurgia (como a de corte de orelhas), 15 dias já devem ter decorrido desde a operação.
* Boa qualidade da vacina - para funcionar bem, a vacina precisa vir de fornecedor idôneo, estar dentro do prazo de validade e ter sido armazenada em temperatura entre 2ºC e 8ºC, para não perder o princípio ativo.
* Aplicação bem feita - feita por veterinário conceituado, que garanta a boa origem e manutenção do produto, e avalie se o cão está com boa saúde antes de aplicar. Numa emergência, como a de choque anafilático, reação rara mas que pode acontecer, é ótimo estar com o veterinário ao lado.
QUANDO MUDAR O CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
* Filhotes de Rottweiler e Dobermann - costumam ser mais sensíveis a contrair parvovirose e coronavirose. É recomendado dar doses adicionais de vacina óctupla aos 150 e aos 180 dias.
* Filhotes de mãe não vacinado, mantidos em local de risco - quando um lugar foi recentemente infestado por virose ou recebe visitantes que possam trazer vírus, convém antecipar em dez dias o calendário de vacinação do cão que ficará nele.
* Filhotes de roças muito pequenos (micro) - têm organismo mais delicado. Divide-se as doses mensais da vacina óctupla em duas quinzenais. As vacinas contra cinomose, parainfluenza, leptospirose e hepatite podem ser dadas junto com a Pneumodog e 15 dias depois aplica-se a vacina contra coronavirose e parvovirose.
* Cães que vivem em locais com incidência de ratos ou leptospirose - não deixar mais de seis meses sem vacinar. Há vacinas específicas contra leptospirose que podem ser intercaladas com a óctupla.
Calendário de vacinação
|
Vacina
|
Idade
|
Ocorrência
|
|
Óctupla
|
60 dias
|
1ª dose
|
|
Pneumodog
|
75 dias
|
1ª dose
|
|
Óctupla
|
90 dias
|
2ª dose
|
|
Pneumodog
|
105 dias
|
2ª dose
|
|
Óctupla
|
120 dias
|
3ª dose
|
|
**********
|
135 dias
|
Protegido contra as viroses
acima
|
|
Anti-rábica
|
150/180 dias
|
dose única
|
|
*********
|
165/195 dias
|
Protegido contra a raiva
|
NÃO FACILITAR O
CONTATO COM VÍRUS
* Evite contato com cão com virose - se o cão for doente, ele e o ambiente onde ele fica estarão infestados com grande quantidade de vírus, dando muito trabalho ao sistema imunológico do cão sadio para fazer a defesa.
* Evite contato com pessoas que possam ter estado com cães doentes - os vírus podem vir no corpo, nas roupas e nos sapatos dos visitantes.
* Higienize o lugar onde houve virose antes de pôr um cão nele - locais onde houve caso de parvovirose, há menos de três anos, ou de coronavirose, tosse de canil, cinomose, parainfluenza ou hepatite há menos de seis meses, precisam passar por uma ampla desinfecção antes de receberem um novo cão, já que os vírus permanecem por todo esse tempo no local, nas paredes, frestas e plantas. Para desinfetar, queime os objetos dos cães infestados e desinfete o piso e paredes com Cândida pura. Deixe o local em quarentena pelos prazos de presença dos vírus. Se for preciso pôr um cão antes de acabar o período de quarentena, desinfete o piso diariamente com Cândida pura durante 30 dias e só coloque filhotes já com duas doses completas de vacina Óctupla. Aumente a vacinação para quatro doses completas. O risco de contaminação pela leptospirose é eliminado como boa higienização do ambiente ou secando-se muito bem o local.
MAIS ANTICORPOS
* Anticorpos da mãe - cerca de 90% das defesas imunológicas do filhote no início da vida não são produzidas por ele. São recebidas da mãe ao mamar o colostro, o “leite” clarinho dos primeiros cinco dias (as primeiras 24 horas são as mais importantes). Dependendo da quantidade de anticorpos recebidos da mãe, o filhote terá proteção por seis a 16 semanas. Para aumentar essa defesa natural:
Vacine a futura mãe antes do cruzamento: ela adquirirá uma quantidade maior de anticorpos para passar para os futuros filhotes.
Faça todos os filhotes mamar bastante: quanto mais eles mamarem, maior a proteção. Ninhadas de cinco ou menos filhotes são as mais favorecidas.
* Alimentação de boa qualidade - a nutrição fortalece a produção de anticorpos. Os alimentos industrializados são adequados para supriras necessidades do cão. É preciso estar atento à data de validade do produto, que não deve estar vencida, e ao armazenamento, de acordo com o especificado na embalagem. Comida deteriorada pode infeccionar o sistema digestivo e desgastar o sistema imunológico. O ideal é servir as refeições nas horas mais frescas do dia e retirá-las meia hora depois.
POUPANDO ANTICORPOS
Algumas medidas ajudam a evitar que os anticorpos fiquem ocupados e se desgastem com males menores, poupando-os para entrarem em ação diante da ameaça das viroses mais perigosas:
* Elimine parasitas assim que os descobrir - pulgas, carrapatos e bernes causam alergia e inflamam a pele, ocupando o sistema imunológico. Os vermes intestinais consomem parte da alimentação ingerida pelo cão e, menos nutrido, ele produz menos anticorpos.
* Proteja o cão do frio e do calor excessivo - temperaturas extremas estressam o organismo e debilitam as defesas. Abrigue o cão de pêlo curto quando a temperatura for inferior a 20ºC e o de pêlo longo ou médio, se estiver abaixo de 15ºC. Combata o calor intenso deixando água fresca disponível para o cão e evitando exercícios prolongados e exposição ao sol forte.
* Evite contrastes de temperatura - quando o cão estiver com o corpo quente, não deve pegar ar frio e vice-versa. Os choques térmicos causam estresse, diminuindo a resistência do organismo.
* Abrigue o cão das correntes de ar - são uma via transporte para vírus e bactérias causadores de doenças respiratórias, como resfriados e pneumonias.
* Evite umidade - ela favorece a proliferação de vírus e bactérias causadores de males do sistema respiratório. A umidade na pele abaixa temperatura do cão, deixando-o mais sujeito a infecções em geral, entre elas as dermatites.
* Mantenha higiene o cão fica: facilita o controle de insetos, parasitas, vírus e bactérias, todos potenciais ameaças ao sistema imunológico.
* Diga não ao estresse emocional: evite conviver em situação de tensão com o cão. O estresse emocional também debilita o organismo e o sistema imunológico.
* Trate logo as doenças: doença debilita o sistema imunológico, abrindo caminho para outros males desde o início e para o agravamento do próprio mal, quando causado por microorganismos.
* Evite contato com cão com virose - se o cão for doente, ele e o ambiente onde ele fica estarão infestados com grande quantidade de vírus, dando muito trabalho ao sistema imunológico do cão sadio para fazer a defesa.
* Evite contato com pessoas que possam ter estado com cães doentes - os vírus podem vir no corpo, nas roupas e nos sapatos dos visitantes.
* Higienize o lugar onde houve virose antes de pôr um cão nele - locais onde houve caso de parvovirose, há menos de três anos, ou de coronavirose, tosse de canil, cinomose, parainfluenza ou hepatite há menos de seis meses, precisam passar por uma ampla desinfecção antes de receberem um novo cão, já que os vírus permanecem por todo esse tempo no local, nas paredes, frestas e plantas. Para desinfetar, queime os objetos dos cães infestados e desinfete o piso e paredes com Cândida pura. Deixe o local em quarentena pelos prazos de presença dos vírus. Se for preciso pôr um cão antes de acabar o período de quarentena, desinfete o piso diariamente com Cândida pura durante 30 dias e só coloque filhotes já com duas doses completas de vacina Óctupla. Aumente a vacinação para quatro doses completas. O risco de contaminação pela leptospirose é eliminado como boa higienização do ambiente ou secando-se muito bem o local.
MAIS ANTICORPOS
* Anticorpos da mãe - cerca de 90% das defesas imunológicas do filhote no início da vida não são produzidas por ele. São recebidas da mãe ao mamar o colostro, o “leite” clarinho dos primeiros cinco dias (as primeiras 24 horas são as mais importantes). Dependendo da quantidade de anticorpos recebidos da mãe, o filhote terá proteção por seis a 16 semanas. Para aumentar essa defesa natural:
Vacine a futura mãe antes do cruzamento: ela adquirirá uma quantidade maior de anticorpos para passar para os futuros filhotes.
Faça todos os filhotes mamar bastante: quanto mais eles mamarem, maior a proteção. Ninhadas de cinco ou menos filhotes são as mais favorecidas.
* Alimentação de boa qualidade - a nutrição fortalece a produção de anticorpos. Os alimentos industrializados são adequados para supriras necessidades do cão. É preciso estar atento à data de validade do produto, que não deve estar vencida, e ao armazenamento, de acordo com o especificado na embalagem. Comida deteriorada pode infeccionar o sistema digestivo e desgastar o sistema imunológico. O ideal é servir as refeições nas horas mais frescas do dia e retirá-las meia hora depois.
POUPANDO ANTICORPOS
Algumas medidas ajudam a evitar que os anticorpos fiquem ocupados e se desgastem com males menores, poupando-os para entrarem em ação diante da ameaça das viroses mais perigosas:
* Elimine parasitas assim que os descobrir - pulgas, carrapatos e bernes causam alergia e inflamam a pele, ocupando o sistema imunológico. Os vermes intestinais consomem parte da alimentação ingerida pelo cão e, menos nutrido, ele produz menos anticorpos.
* Proteja o cão do frio e do calor excessivo - temperaturas extremas estressam o organismo e debilitam as defesas. Abrigue o cão de pêlo curto quando a temperatura for inferior a 20ºC e o de pêlo longo ou médio, se estiver abaixo de 15ºC. Combata o calor intenso deixando água fresca disponível para o cão e evitando exercícios prolongados e exposição ao sol forte.
* Evite contrastes de temperatura - quando o cão estiver com o corpo quente, não deve pegar ar frio e vice-versa. Os choques térmicos causam estresse, diminuindo a resistência do organismo.
* Abrigue o cão das correntes de ar - são uma via transporte para vírus e bactérias causadores de doenças respiratórias, como resfriados e pneumonias.
* Evite umidade - ela favorece a proliferação de vírus e bactérias causadores de males do sistema respiratório. A umidade na pele abaixa temperatura do cão, deixando-o mais sujeito a infecções em geral, entre elas as dermatites.
* Mantenha higiene o cão fica: facilita o controle de insetos, parasitas, vírus e bactérias, todos potenciais ameaças ao sistema imunológico.
* Diga não ao estresse emocional: evite conviver em situação de tensão com o cão. O estresse emocional também debilita o organismo e o sistema imunológico.
* Trate logo as doenças: doença debilita o sistema imunológico, abrindo caminho para outros males desde o início e para o agravamento do próprio mal, quando causado por microorganismos.
Fonte:www.pugs.com.br
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Pense bem antes de adquirir um cão!

Antes de adotar, comprar ou presentear alguém com um Pug, ou qualquer outro pet, pense muito bem e leve em consideração:
- O local onde você e sua família moram tem espaço suficiente para o pet? Lembre-se que eles precisam de espaço!
- Todos os membros da família estão de acordo em adquirir um pet?
- Animais, como cães da Raça PUG, são sensíveis e sentimentais e precisam de muita atenção e cuidado. Você terá condições de lhe dar esse tipo de atenção?
- Devido a queda de pelo, é preciso escová-los quase que diariamente, para retirar os pelos mortos. E não esqueça que um PUG perde muito pelo, espalhando-se pela casa.
- Você pode custear a alimentação e cuidados veterinários?
- Animal também sente tristeza e saudade. Você vai ter tempo disponível para dedicar-lhe atenção diária, no mínimo 1 hora por dia?
- Cães e gatos vivem em média 15 anos. Você tem certeza que quer conviver todos esses anos com um animal? Isto é muito importante, pois este é um dos motivos pelos quais encontramos muitos pets abandonados.
8. Os animais, assim como os humanos, contraem doenças e sofrem
mudanças no comportamento em idade avançada. Você se dispõe a
cuidar do seu amigo mesmo idoso? Muitas pessoas ficam com o pet
enquanto estão saudáveis, e quando fica idoso e começa a dar gastos
os abandonam.
- Durante as viagens, feriados e nas férias, quem vai ficar com seu animal?
- Caso o animal fique sozinho a maior parte do dia, já considerou a possibilidade de adotar dois animais, para que um faça companhia ao outro?
- Pense com muito cuidado sobre a possibilidade de esterilização, você contribuirá com o controle populacional e com a diminuição do abandono de animais.
Não vamos deixar que aquele filhotinho fofo na loja, entre para as estatísticas de cães abandonados, pois os olhos de Deus, tudo vê!
domingo, 21 de setembro de 2014
Acne em Pugs
ACNE ou melhor dizendo “aquelas bolinhas que aparece no queixo do cão”
Assim como os humanos,
os cães e gatos também podem ser acometidos pela acne, cuja frequência
de ocorrência é maior em raças de pelagem curta como boxers, bulldogues,
dobermans e weimaranners, Pug e outros. Nos cães a enfermidade ocorre
com maior predominância durante o primeiro ano de vida, no período de
puberdade, onde ocorrem as mudanças hormonais.
Os
locais de ocorrência das lesões são o queixo (região mentoniana), a
região labial e peri-labial e mais raramente o focinho. As lesões podem
ser pustulares (na forma de pústulas, que nada mais são que vesículas
repletas de pus) ou nodulares, com a presença de um ponto negro, que se
apertados eliminam uma secreção escura e sanguinolenta, denominada
comedo. Dependendo da gravidade das lesões, o queixo e os lábios podem
se apresentar bastante inchados e sensíveis, muitas vezes chegando a
ficar desconfigurados.
Nesses casos em que o
quadro se apresenta de forma grave, com muitas lesões, o tratamento
deverá ser com antibióticos sistêmicos, soluções antissépticas e pomadas
antibióticas locais.
Quando a ocorrência é
de forma mais leve, com poucas lesões, basta a aplicação de soluções
antissépticas e caso necessário, proceder a drenagem das lesões.
Nos felinos a doença
pode ocorrer em qualquer fase de suas vidas. Uma boa maneira de se
prevenir a acne é limpar diariamente a região do queixo e lábios.
É da maior importância
que o diagnóstico seja definido corretamente para que o tratamento seja
preciso e certeiro, pois as lesões dermatológicas muitas vezes são
bastante parecidas e podem ser confundidas. Leve seu animal a um
veterinário experiente que ele o ajudará a resolver o problema de seu
animalzinho.
Fonte: http://andmonpugs.com.br
sábado, 20 de setembro de 2014
Castrar?
CASTRAR, SIM, E O QUANTO ANTES
Quem convive com os cães sabe. De repente, lá pelos 8 meses de idade, o filhotinho brincalhão começa a ficar adulto. Ou seja, a ter atitudes como ser possessivo; brigar com cães sem ser por brincadeira; encarar postes, pés de mesas e outros objetos como pontos do território a serem demarcados com urina; montar em cães, pessoas da casa ou visitas sem a menor cerimônia, entre outras artes. Na fêmea, de repente, aparece o sangramento do cio e suas consequências, como sangue no tapete e a presença dos cães da vizinhança na porta de casa.
O início da puberdade - que nada mais é do que o começo da produção dos hormônios sexuais - significa mudanças para sempre no organismo e no comportamento do cão, que podem ser o ponto de partida para problemas de relacionamento com o dono e o desenvolvimento de maus-hábitos. Por esse motivo, cada vez mais os comportamentalistas estão optando por recomendar a castração, quando não há intenção de reproduzir o cão, de preferência, antes dos 8 meses de idade. A ação dos hormônios sexuais dá início a comportamentos que podem continuar mesmo depois da castração, devido ao cão se acostumar a eles.
Do ponto de vista veterinário, a castração é o único meio de evitar a reprodução que previne, ao mesmo tempo, tumores no aparelho reprodutivo, muito comuns nos cães com idade madura e mais avançada (ver Alternativas). O problema resulta de um processo de multiplicação exagerada de células em órgãos do aparelho reprodutor, estimulado pelos hormônios sexuais. Castrar a fêmea antes dos 8 meses também é recomendado. Nas cadelas que fazem a cirurgia depois de entrar na puberdade, os casos de tumores na mama diminuem, mas não se tornam quase nulos, como acontece quando a castração é precoce.
No Brasil, há veterinários castrando aos 5 ou 6 meses de idade, costume mais generalizado nos Estados Unidos. As técnicas cirúrgica e anestésica usadas em nosso país permitem realizar a castração precoce com grande segurança. É o caso da anestesia inalatória, bastante disseminada - o cão dorme, sedado, inalando um gás anestésico por um tubo ou máscara. A cirurgia é feita rapidamente, com pequenas incisões - nos machos a operação dura apenas 20 minutos e 40 nas fêmeas, sem precisar de internação.
Nos Estados Unidos, torna-se cada vez mais comum castrar filhotes com apenas 7 ou 8 semanas de vida, já que a recuperação da cirurgia é mais rápida. Elimina-se qualquer chance de gravidez precoce, e a tecnologia permite esse avanço.
Perde adeptos a opção pela castração com cerca de 1 ano de idade, para dar tempo de os hormônios sexuais agirem. Não foram jamais provadas as teorias pelas quais essa estratégia estimularia a hipófise a produzir o hormônio do crescimento, a desenvolver a ossatura e o macho a ganhar massa muscular. Pelo contrário, não é raro ver cães castrados mais desenvolvidos do que seus irmãos não-castrados, de ninhada.
IDEIAS ERRADAS
Há várias ideias falsas sobre os efeitos prejudiciais da castração nos cães. Conheça as mais comuns:
* "Cão castrado é mais propenso a problemas de saúde”. Falso: a probabilidade de pegar doenças não aumenta com a castração. Antes pelo contrário: a retirada de útero e dos ovários, ou testículo, acaba com a possibilidade de infecções e tumores naqueles órgãos, e de complicações ligadas à gravidez e ao parto. Sem acasalamentos, as doenças sexualmente transmissíveis deixam de representar risco. Cai a incidência de tumores da mama.
* "Acasalar deixa o macho emocionalmente mais estável”. Falso: dependendo das disputas, o acasalamento pode até causar instabilidade emocional.
* “A fêmea precisa ter crias para manter o equilíbrio emocional”. Falso: não entre os dois fatos. O equilíbrio emocional fica completo com a maturidade, que ocorre por volta dos dois anos nos cães não castrados. Se uma cadela se mostrar mais calma e responsável depois da primeira ninhada, é porque amadureceu devido a ter avançado na idade e não porque se tornou mãe.
* “A falta de prática sexual causa sofrimento”. Falso: o que leva o cão à iniciativa de acasalar é exclusivamente o instinto de procriar, e não o prazer nem a necessidade afetiva. O sofrimento pode atingir machos não castrados. Por exemplo, se vivem com fêmeas não podem cruzar, ficam mais agitados, agressivos, não comem e perdem peso.
* “Castrar reduz a agressividade do cão de guarda”. Falso: a agressividade necessária para a guarda é determinada pelos instintos territorial e de caça e pelo treinamento, sem ser alterada pela castração. A dominância e a disputa sexual cariam oportunidades para o cão usar a agressividade que tem, mas não são a causa dela.
CASTRAÇÃO PRECOCE OU NÃO?
Quem convive com os cães sabe. De repente, lá pelos 8 meses de idade, o filhotinho brincalhão começa a ficar adulto. Ou seja, a ter atitudes como ser possessivo; brigar com cães sem ser por brincadeira; encarar postes, pés de mesas e outros objetos como pontos do território a serem demarcados com urina; montar em cães, pessoas da casa ou visitas sem a menor cerimônia, entre outras artes. Na fêmea, de repente, aparece o sangramento do cio e suas consequências, como sangue no tapete e a presença dos cães da vizinhança na porta de casa.
O início da puberdade - que nada mais é do que o começo da produção dos hormônios sexuais - significa mudanças para sempre no organismo e no comportamento do cão, que podem ser o ponto de partida para problemas de relacionamento com o dono e o desenvolvimento de maus-hábitos. Por esse motivo, cada vez mais os comportamentalistas estão optando por recomendar a castração, quando não há intenção de reproduzir o cão, de preferência, antes dos 8 meses de idade. A ação dos hormônios sexuais dá início a comportamentos que podem continuar mesmo depois da castração, devido ao cão se acostumar a eles.
Do ponto de vista veterinário, a castração é o único meio de evitar a reprodução que previne, ao mesmo tempo, tumores no aparelho reprodutivo, muito comuns nos cães com idade madura e mais avançada (ver Alternativas). O problema resulta de um processo de multiplicação exagerada de células em órgãos do aparelho reprodutor, estimulado pelos hormônios sexuais. Castrar a fêmea antes dos 8 meses também é recomendado. Nas cadelas que fazem a cirurgia depois de entrar na puberdade, os casos de tumores na mama diminuem, mas não se tornam quase nulos, como acontece quando a castração é precoce.
No Brasil, há veterinários castrando aos 5 ou 6 meses de idade, costume mais generalizado nos Estados Unidos. As técnicas cirúrgica e anestésica usadas em nosso país permitem realizar a castração precoce com grande segurança. É o caso da anestesia inalatória, bastante disseminada - o cão dorme, sedado, inalando um gás anestésico por um tubo ou máscara. A cirurgia é feita rapidamente, com pequenas incisões - nos machos a operação dura apenas 20 minutos e 40 nas fêmeas, sem precisar de internação.
Nos Estados Unidos, torna-se cada vez mais comum castrar filhotes com apenas 7 ou 8 semanas de vida, já que a recuperação da cirurgia é mais rápida. Elimina-se qualquer chance de gravidez precoce, e a tecnologia permite esse avanço.
Perde adeptos a opção pela castração com cerca de 1 ano de idade, para dar tempo de os hormônios sexuais agirem. Não foram jamais provadas as teorias pelas quais essa estratégia estimularia a hipófise a produzir o hormônio do crescimento, a desenvolver a ossatura e o macho a ganhar massa muscular. Pelo contrário, não é raro ver cães castrados mais desenvolvidos do que seus irmãos não-castrados, de ninhada.
IDEIAS ERRADAS
Há várias ideias falsas sobre os efeitos prejudiciais da castração nos cães. Conheça as mais comuns:
* "Cão castrado é mais propenso a problemas de saúde”. Falso: a probabilidade de pegar doenças não aumenta com a castração. Antes pelo contrário: a retirada de útero e dos ovários, ou testículo, acaba com a possibilidade de infecções e tumores naqueles órgãos, e de complicações ligadas à gravidez e ao parto. Sem acasalamentos, as doenças sexualmente transmissíveis deixam de representar risco. Cai a incidência de tumores da mama.
* "Acasalar deixa o macho emocionalmente mais estável”. Falso: dependendo das disputas, o acasalamento pode até causar instabilidade emocional.
* “A fêmea precisa ter crias para manter o equilíbrio emocional”. Falso: não entre os dois fatos. O equilíbrio emocional fica completo com a maturidade, que ocorre por volta dos dois anos nos cães não castrados. Se uma cadela se mostrar mais calma e responsável depois da primeira ninhada, é porque amadureceu devido a ter avançado na idade e não porque se tornou mãe.
* “A falta de prática sexual causa sofrimento”. Falso: o que leva o cão à iniciativa de acasalar é exclusivamente o instinto de procriar, e não o prazer nem a necessidade afetiva. O sofrimento pode atingir machos não castrados. Por exemplo, se vivem com fêmeas não podem cruzar, ficam mais agitados, agressivos, não comem e perdem peso.
* “Castrar reduz a agressividade do cão de guarda”. Falso: a agressividade necessária para a guarda é determinada pelos instintos territorial e de caça e pelo treinamento, sem ser alterada pela castração. A dominância e a disputa sexual cariam oportunidades para o cão usar a agressividade que tem, mas não são a causa dela.
CASTRAÇÃO PRECOCE OU NÃO?
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Item
|
Castração depois de 8 meses
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Castração antes de 8 meses
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|
Estabilidade de comportamento
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Maior
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Muito
maior
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|
Agressividade por disputa sexual
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Menor
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Muito
menor
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Brigas
com outros cães
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Menos
|
Muito
menos
|
|
Montar
em outras cães ou pessoas
|
Menos
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Quase
nulo
|
|
Demarcação de território com urina
|
Menos
|
Quase
nula
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|
Possessividade exagerada
|
Menor
|
Muito
menor
|
|
Tendência a engordar
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Alta
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Mínima
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|
Probabilidade de tumor na mama
|
Média
|
Quase
menor
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Maturidade emocional
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Cerca
de 2 anos
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Cercas
de 2,5 anos
|
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Fugas
em buscas de fêmeas
|
Muito
menos
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Nulas
|
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Instituto Territorial
|
Inalterado
|
Inalterado
|
|
Instituto de guarda
|
Inalterado
|
Inalterado
|
|
Desenvolvimento físico
|
Inalterado
|
Inalterado
|
CORRIGINDO COMPORTAMENTOS
A castração ajuda a corrigir comportamentos indesejados, é o que garante um estudo feito em cães machos pelo Veterinary Medical Teaching Hospital, da Universidade da Califórnia, em conjunto com a Small Animal Clinic, da Universidade de Michigan. Bastou a cirurgia ser feita para, em grande porte dos casos, cessar o comportamento indesejado, obtendo-se uma rápida solução. Em outros casos, de maus-hábitos mais arraigados, a correção demorou mais, por exigir também um trabalho de reeducação do cão. Vejo os resultados obtidos:
Fugir - 94% dos casos foram, resolvidos, 47% deles rapidamente.
Montar - 67% dos casos foram resolvidos, 50% deles rapidamente.
Demarcar território - 50% dos casos foram resolvidos, 60% deles rapidamente.
Agredir outros machos - 63% dos casos foram resolvidos, 60% deles rapidamente.
Nos exemplares castrados, a agressividade por defesa territorial ou por medo não foi alterada. Alguns cães ficaram mais calmos e mais carinhosos, mantendo maior proximidade física dos donos, e deixando de encarar qualquer movimento como provocação.
ALTERNATIVAS
Quem não quer reproduzir o cão pode também recorrer a anticoncepcionais e, se ele for macho, à vasectomia. Compare:
Anticoncepcionais - seu uso deve ser limitado. Podem ter efeitos colaterais graves, devido a agirem com base em produtos derivados de hormônios. Quanto maior o uso, maior o risco. Entre os passíveis efeitos colaterais, há os tumores de mama, de útero e de ovário; as infecções ou inflamação no útero; a diabetes; a morte de fetos se a fêmea estiver grávida, e o maior apetite e obesidade. O acompanhamento veterinário é importante.
Vasectomia em machos - consiste em cortar o ducto que leva os espermatozóides a saírem durante a ejaculação. A produção dos hormônios sexuais continua normal, sendo mantido o instinto sexual e as demais influências do hormônio sexual no comportamento e no organismo. A cirurgia é normalmente feita em cães adultos, para melhor visualização da área da cirurgia.
A castração ajuda a corrigir comportamentos indesejados, é o que garante um estudo feito em cães machos pelo Veterinary Medical Teaching Hospital, da Universidade da Califórnia, em conjunto com a Small Animal Clinic, da Universidade de Michigan. Bastou a cirurgia ser feita para, em grande porte dos casos, cessar o comportamento indesejado, obtendo-se uma rápida solução. Em outros casos, de maus-hábitos mais arraigados, a correção demorou mais, por exigir também um trabalho de reeducação do cão. Vejo os resultados obtidos:
Fugir - 94% dos casos foram, resolvidos, 47% deles rapidamente.
Montar - 67% dos casos foram resolvidos, 50% deles rapidamente.
Demarcar território - 50% dos casos foram resolvidos, 60% deles rapidamente.
Agredir outros machos - 63% dos casos foram resolvidos, 60% deles rapidamente.
Nos exemplares castrados, a agressividade por defesa territorial ou por medo não foi alterada. Alguns cães ficaram mais calmos e mais carinhosos, mantendo maior proximidade física dos donos, e deixando de encarar qualquer movimento como provocação.
ALTERNATIVAS
Quem não quer reproduzir o cão pode também recorrer a anticoncepcionais e, se ele for macho, à vasectomia. Compare:
Anticoncepcionais - seu uso deve ser limitado. Podem ter efeitos colaterais graves, devido a agirem com base em produtos derivados de hormônios. Quanto maior o uso, maior o risco. Entre os passíveis efeitos colaterais, há os tumores de mama, de útero e de ovário; as infecções ou inflamação no útero; a diabetes; a morte de fetos se a fêmea estiver grávida, e o maior apetite e obesidade. O acompanhamento veterinário é importante.
Vasectomia em machos - consiste em cortar o ducto que leva os espermatozóides a saírem durante a ejaculação. A produção dos hormônios sexuais continua normal, sendo mantido o instinto sexual e as demais influências do hormônio sexual no comportamento e no organismo. A cirurgia é normalmente feita em cães adultos, para melhor visualização da área da cirurgia.
Fonte:pug.com.br
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