quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Alimentos e condimentos perigosos para cães



Resista aos olhares "pidões" na mesa de jantar ou ao desejo de dar ao seu cão restos de comida, porque os alimentos e condimentos encontrados nas refeições diárias dos seres humanos podem causar danos graves ao seu cão, ou até mesmo matá-lo. Tenha sempre cuidado ao cozinhar e evite derrubar alimentos potencialmente prejudiciais no chão. Mantenha o seu cachorro para fora da cozinha e, se ele ingerir um alimento que o faça mal, chame um veterinário imediatamente.

Abacates

Abacates contêm persina, substância que causa diarreia, ânsia de vômito, dificuldade respiratória e possíveis problemas cardíacos ao animal. A reação depende da sensibilidade e alergia do cão à persina. Todo o fruto é tóxico, incluindo o caule, folhas, casca e caroço.

Sal

O sal provoca um desequilíbrio eletrolítico em cães, causando sede excessiva e vontade de urinar frequentemente. No pior cenário, se o cão ingerir uma grande quantidade do condimento, ele pode sofrer um envenenamento por sal. Os sintomas são: vômitos, diarreia, convulsões e febre.

Chocolate

O chocolate contém grandes quantidades de cafeína e teobromina, que afetam o coração e o sistema nervoso. Ele pode matar o seu cão se ingerido em grandes quantidade. A quantidade tóxica é de 500 g de chocolate para cada 5 kg do cão. Se ele ingerir um pedaço pequeno, entre em contato com um veterinário imediatamente, mas tenha a consciência de que é preciso uma quantidade significativa para causar danos permanentes.

Cebola e alho em pó

Sulfóxidos e dissulfetos de cebola e alho em pó são perigosos para os cães, pois eles não podem metabolizar esses condimentos, fato que pode deixá-los anêmicos. Essas especiarias têm uma quantidade concentrada de toxinas. Cebolas inteiras e dentes de alho também são perigosos.
Fonte: http://www.ehow.com.br/alimentos-condimentos-perigosos-caes-info_41637/

Algumas dicas alimentares fora a ração...

Frutas são saudáveis para cães?



Você provavelmente está tentando adicionar mais frutas à sua dieta. As vitaminas, as fibras... você sabe que são importantes. Mas e seu cão, será que ele também pode se beneficiar? Na maioria dos casos, sim. Adicionar frutas à dieta do seu animal é igualmente benéfico. No entanto, existem exceções. Algumas frutas são tóxicas para cães e devem ser evitadas. Mantenha essa lista por perto quando for ao supermercado e vocês dois colherão os benefícios de uma dieta saudável.

Melões

Doces e de textura macia, os melões são um bom fruto introdutório. Esconda alguns pequenos pedaços na ração diária.

Bagas

Amoras, morangos e framboesas são atrativos para muitos cães. As bagas são ricas em vitamina C e outros antioxidantes.

Maçãs

Maçãs crocantes podem ser servidas frescas ou desidratadas. Dê apenas a polpa e a casca, as sementes são tóxicas.

Bananas

Este é um fruto doce, macio e fácil de ser escondido na ração se você estiver começando a introduzir frutas à dieta de seu animal. Corte e congele sobras de bananas para ótimos petisquinhos de verão.

Frutas tóxicas

De acordo com a ASPCA, uvas e passas contêm uma toxina desconhecida que pode ser tóxica para alguns cães. Esses frutos podem causar vômitos, diarreia e insuficiência renal.

Dicas de alimentação

Faça testes com várias frutas. Alguns cães adoram sabores ácidos e azedos, enquanto outros preferem sabores doces e suaves. Não se desespere se seu cão não gostar de frutas: existem alimentos industrializados para cães que contêm frutas.
Fonte: http://www.ehow.com.br/frutas-saudaveis-caes-fatos_108137/

Plantas domésticas letais para cães



As toxinas nas plantas são um jeito natural delas protegerem-se de predadores que, do contrário, comeriam-nas. As toxinas variam em força e potência. Algumas plantas farão seu cão ficar doente enquanto outras são letais. Determinar quais plantas em sua casa podem ser letais se seu cachorro consumi-las é um passo importante para fazer de seu lar um lugar seguro para seus animais. Vários fatores afetarão o quão letal uma planta doméstica será para seu cão.

Plantas tóxicas

A American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade Americana de Prevenção de Crueldade aos Animais) identificou mais de 300 plantas consideradas tóxicas para cães. Plantas domésticas que são tóxicas a eles incluem tinhorão, babosa, lírio da paz, dieffenbachia schott, jiboia, ciclame, imbé, dracaena, costela de adão, samambaia, entre outras.

Sintomas

Seu cachorro pode ter uma variedade de sintomas depois de ingerir uma planta tóxica. Alguns incluem vômito, diarreia, problema gastrointestinal, tremores, depressão, recusa a comer, mudanças na cor da urina, inflamação gastrointestinal, baba, falta ou perda de coordenação, fraqueza, coceira, dificuldades para engolir, problemas respiratórios e morte. Os efeitos vão variar dependendo do tipo de planta que seu cachorro ingeriu. Sem um tratamento apropriado e no tempo, muitas plantas tóxicas são mortais.

Outros fatores

O tamanho do seu cachorro, sua sensibilidade a toxinas e a quantidade do material consumido interferirão em quão sério o envenenamento será. Um cão muito grande que ingerir um ou dois pedaços de uma planta tóxica tem menos probabilidade de morrer do que um cachorro muito menor que comer uma quantidade significante da planta. É importante determinar quanto do material tóxico o cão consumiu. Veterinários precisam decidir o melhor tratamento para o cão baseando-se em parte na quantidade de produto tóxico que ele ingeriu.

Alternativas para plantas tóxicas

Plantas de seda são consideradas uma alternativa segura para muitas casas com animais de estimação. A ASPCA também identificou uma variedade de plantas que dizem não ser tóxica para cães, incluindo violeta africana, margaridas, plantas de borracha, palmeiras arecas e bambu. Donos de animais devem também seguir os procedimentos básicos de segurança mantendo as plantas longe do seu alcance e lembrando de não usar pesticidas tóxicos, produtos químicos e fertilizantes nas plantas de dentro de casa. Pesticidas tóxicos usados em plantas não-tóxicas pode ser tão ruim quanto uma planta tóxica para um cão.
Fonte: http://www.ehow.com.br/plantas-domesticas-letais-caes-info_114595/

Quais plantas domésticas são venenosas para cães?




É sabido por todos que plantas como a hera venenosa e a erva-moura podem ser tóxicas para seres humanos e animais. No entanto, mesmo algumas plantas que são seguras para nós podem ser perigosas para seus animais de estimação. Antes de adotar um cachorrinho ou comprar uma nova planta para sua casa, verifique se as novas ou já existentes trarão algum perigo para os bichinhos.



Frutas

Muitas frutas consumidas por seres humanos podem representar uma séria ameaça para os cães. As sementes de maçãs, damascos, pêssegos e peras contêm cianeto e podem resultar em doença ou até mesmo morte, se consumidas por seu cão. Procure por sintomas como vermelhidão nos olhos e respiração difícil e ofegante. Os frutos de abacate, limão, lima, laranja e toranja não são fatais se consumidos, mas podem causar diarreia, vômito e desidratação.

Flores

Há dezenas de flores que podem causar problemas quando ingeridas por cães, como a vinca-de-madagascar, que pode provocar vômitos, diarreia, coma ou morte. Um cachorro que ingerir lírio-da-paz pode sofrer de dificuldade de deglutição e aumento da salivação. A dama-da-noite provoca tremores e convulsões que duram vários dias, bem como falta de coordenação geral. Os sintomas também podem variar dependendo da parte da planta que o cão comer. Por exemplo, comer o bulbo de um narciso pode causar irregularidades no batimento cardíaco e convulsões. Dada a variedade de possíveis sintomas, o melhor é manter todas as plantas com flores fora do alcance do seu cão.

Ervas

As ervas são frequentemente cultivadas em casa, pois não necessitam de muito espaço para crescer, e muitas delas são tóxicas para cães. O alho, por exemplo, causa irritação estomacal resultando em vômito e diarreia. A salsa causa hipersensibilidade à luz.

Folhas

As folhas de algumas plantas bastante comuns podem não só causar problemas quando ingeridas, mas também podem ser nocivas apenas pelo contato com a pele do seu cão. Os óleos encontrados nas folhas de camomila e da figueira podem, por exemplo, causar erupções cutâneas, além de vômitos, diarreia, depressão ou aumento da salivação.

Plantas medicinais

As plantas cultivadas em casa por suas propriedades medicinais podem causar aborrecimento, se ingeridas por cães. Além da camomila mencionada anteriormente, o eucalipto e a babosa também têm propriedades tóxicas. A ingestão de eucalipto pode causar fraqueza, depressão e diarreia. A babosa pode causar sintomas que variam desde urina sem cor até tremores, depressão e anorexia.
Fonte: http://www.ehow.com.br/plantas-domesticas-letais-caes-info_114595/

Como funciona a Aromaterapia em animais Parte II

A aromaterapia pode auxiliar nossos animaizinhos livrando-os de pulgas e outros parasitas, embelezando os pelos, tratando feridas e aliviando os problemas comuns.
A absorção dos óleos essenciais se dá pelo olfato e também através da pele. Os hidrolatos e óleos essenciais são inalados pelo animal por meio de seu sistema respiratório. As moléculas destas substâncias, por serem voláteis, são enviadas ao cérebro como impulsos elétricos que são processados na parte onde as memórias e as emoções são armazenadas. Devido a isso, o corpo do animal libera substâncias químicas como: a serotonina, que tem um efeito calmante, a noradrenalina, que estimula e rejuvenesce, e as endorfinas, que ajudam a aliviar a dor.

USO CONSCIENTE E CRITERIOSO

Embora os óleos essenciais e hidrolatos sejam naturais, eles devem ser utilizados com respeito, conhecimento e permissão dos animais de estimação. É importante utilizar preferivelmente os hidrolatos (mais suaves) ou os óleos essenciais diluídos num óleo vegetal no início do tratamento. Os animais, por terem o olfato muito mais desenvolvido que o dos humanos (nos cães é cerca de 20 vezes maior), respondem muito bem ao tratamento. E é exatamente por esta razão que temos de respeitar a dosagem dos óleos essenciais em relação à massa corporal de seu animal de estimação. Evite altas doses ou administrar com muita freqüência os óleos essenciais. Se optar pelo método de inalação, 1 gota de óleo essencial basta. Os sprays também são feitos em concentração menor. Pode-se ainda utilizar os óleos essenciais na água do banho ou em compressas.
O dono deve ter paciência para observar e entender a resposta do animal. Um grande benefício deste método terapêutico é o aumento do vínculo de confiança entre o responsável e o animal. Isso é muito importante quando houve alguma espécie de trauma no passado. Ao permitir que o animal participe livremente do seu próprio processo de cura, voltamos ao momento da autonomia do animal, que atualmente está mais acostumado a ser tudo "feito por ele" ao invés de "feito com ele".

FORMAS DE APLICAÇÃO

A aplicação pode ser feita de vários modos, lembrando sempre de observar as contraindicações do óleo essencial escolhido e os riscos de irritação para a aplicação direta pele. Se necessário, dilua-o em óleo vegetal.
Nas patas, a absorção é mais rápida. Os óleos podem ser aplicados também ao longo da coluna, massageando como se faz em humanos. Os sprays de ambiente são uma boa pedida e podem ser aspergidos nos locais onde o animal permanece mais tempo. Caso queira uma ação mais duradoura, pode-se optar pelo difusor de coleira.


PRECAUÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES

  • Não use óleos essenciais perto dos olhos, nariz e nem nos genitais do animal, se mesmo com todo cuidado o óleo essencial entrar em contato com essas áreas, coloque algumas gotas de óleo vegetal em uma gaze esterilizada e aplique suavemente no local (não lavar).
  • Manter os frascos fora do alcance de crianças e de animais, alguns óleos essenciais são tóxicos e oferecem perigo quando usados em grande quantidade.
  • Não utilize óleos essenciais via oral.
  • Os óleos essenciais podem ser usados em quaisquer animais: cães, gatos, cavalos, ferretes, ratinhos brancos, coelhos, bois, cabras, hamsteres, animais silvestres, animais selvagens etc. O que pode variar é a diluição, em relação ao tamanho do animal, por isso é sempre importante a consulta com o um terapeuta qualificado.
  • Para vaporizar ambientes, usar álcool de cereais, no caso de vaporizar o animal, usar água destilada/filtrada ou hidrolatos, protegendo sempre os olhos do bichinho.
  • Os animais, por terem o olfato muito sensível, podem rejeitar ou não gostar do aroma de uma determinada sinergia, então a combinação de óleos essenciais deverá ser mudada.
  • Terapeutas e Profissionais Habilitados: o terapeuta ou profissional da área deve observar alguns cuidados para a recomendação dos óleos essenciais para animais. É importante estudar as características e o comportamento da espécie, o ambiente onde vive o animal e o temperamento individual.
  • Alguns óleos são contra-indicados para uso em fêmeas prenhes (Alecrim, Cipreste, Cedro e Cravo), o óleo essencial de Lavanda deve ser usado em dosagens pequenas e bem diluído em óleo vegetal. Caso o animal ou sua linhagem tenham histórico de abortos naturais recomenda-se não usar este óleo.
  • Quando for necessário usar óleos essenciais fotossensibilizantes (em geral, os cítricos: Bergamota, Laranja, Limão e Tangerina), não deixar o animal exposto ao sol por um período de até 12 horas após a aplicação na pele ou pelo.
  • Alguns óleos são tóxicos quando usados em excesso (Canela, Cravo e Tea Tree) e só devem ser recomendados por terapeuta devidamente habilitado, que saberá indicar a posologia de acordo com o tamanho do animal e freqüência corretas.
  • Deve-se evitar os óleos de Alecrim e Hortelã-pimenta em animais epilépticos, pois podem provocar convulsões.
  • Alguns óleos não devem ser utilizados conjuntamente com Homeopatia, pois podem “cortar” o efeito da mesma.

Fonte: http://aromasvitais.blogspot.com.br/2012/04/aromaterapia-para-caes-e-gatos.html

Lembrando que nosso carinho e respeito com nosso peludos ajudam mais que qualquer tratamento OK!

Abraços!

Como funciona a Aromaterapia em animais Parte I

ATENÇÃO: As dicas de utilização de óleos essenciais contidos nesta postagem não substituem a consulta com o médico veterinário. Antes de utilizar qualquer óleo essencial, observe as precauções e contraindicações. Em caso de dúvidas, consulte um aromaterapeuta especializado.

Hoje em dia é muito comum que as pessoas recorram a tratamentos mais naturais quando precisam tratar de seus bichinhos, principalmente quando o problema é de fundo emocional. Tive a iniciativa de pesquisar sobre esse assunto por causa do meu cãozinho. Ele sofre da Síndrome do intestino irritável (SII), uma síndrome que causa crises fortíssimas de cólica, flatulência, febre e diarreia e tem como “gatilho” o estado emocional. Ou seja, qualquer acontecimento fora da rotina (fogos de artifício, visitas em casa, viagens, etc.) é o suficiente para desencadear uma crise. A alimentação incorreta, com excesso de gorduras, também pode desencadear as crises. Então, comecei a pesquisar que óleo essencial poderia utilizar para a SII e achei vários artigos interessantes sobre o uso da aromaterapia em animais. Fiz um apanhado e compartilhei aqui, para que essas dicas possam ajudar a melhorar a qualidade de vida dos nossos bichinhos de estimação.

A aromaterapia utiliza-se basicamente de dois dos nossos sentidos: o olfato (inalação) e o tato (massagem). Veremos cada um com mais detalhes a seguir. Antes de aplicar a aromaterapia em animais, é importante entender as diferenças desses sentidos entre nós humanos e os animais, evitando assim o uso exagerado de óleos essenciais, o que poderia prejudicar os bichinhos.

O OLFATO

Dos nossos 5 sentidos, o olfato era, até pouco tempo atrás, o menos pesquisado. Somente há cerca de quinze anos foi estudado mais profundamente por Heinz Breer, neurofisiólogo alemão, da Universidade de Stuttgart-Hohenheim. Breer foi o responsável por um importante estudo: ele pesquisou como os estímulos químicos que chegam ao nariz são transformados em sinais elétricos que o cérebro capta para transformar em sensação. Por esta pesquisa, Breer recebeu o Prêmio Leibniz da Sociedade Alemã de Pesquisa (DFG).

Em relação a outros mamíferos, o olfato humano é menos desenvolvido.  O olfato é considerado o 1º dos cinco sentidos dos animais. Os mamíferos dispõem de cinco sentidos: paladar, audição, visão, tato e olfato. Eles são utilizados para perceber a presença do inimigo, caçar e procurar alimento, encontrar a fêmea para o acasalamento e se proteger, entre outras coisas. O olfato é sem dúvida o mais importante, principalmente para cães e gatos, sendo utilizado muito mais por eles do que pelos seres humanos. Basta observar que 3 a 4 minutos após o nascimento, com os olhos e ouvidos ainda fechados, os filhotes conseguem, através do faro, encontrar as tetas da mãe.
O cão, por exemplo, é mencionado como capaz de detectar mais odores e com intensidades muito menores que os seres humanos. As células olfativas encontram-se situadas na área sensorial denominada mucosa olfativa. No homem esta mucosa é relativamente pequena, cerca de 5 cm², já no cão ela é bem maior, cerca de 150 cm². Os humanos possuem 5 milhões de receptores olfativos e o cão possui cerca de 220 milhões. Esta acuidade olfativa é variável de acordo com a raça do animal. A raça de cães Bloodhound é considerada a de melhor olfato seguida pelo Pastor Alemão. Já os gatos possuem um órgão chamado vomeronasal no céu da boca que os ajuda a identificar odores. É considerado o segundo sistema olfativo do gato. É como se sentissem o “gosto” do cheiro.

Mas nem todos os animais sentem os cheiros da mesma maneira. Os que possuem um sistema olfativo extremamente desenvolvido são chamados de hipermacrosmáticos, como, por exemplo, o ornitorrinco, o gambá, o canguru e o coala. O porco também tem um excelente olfato, embora menor que o grupo anterior. Ele e todos os animais carnívoros e ungulados (mamíferos cujos dedos têm cascos) são considerados macrosmáticos. O sistema olfativo dos humanos e dos primatas é pouco desenvolvido, ou seja, nós e os macacos somos microsmáticos. Existem também alguns animais que não possuem esse sistema, como o golfinho e a baleia, que são anosmáticos (não sentem cheiros).

TATO

A pele é o maior e mais pesado órgão do corpo humano (corresponde a 15% do peso corporal). A pele é também o principal órgão da regulação da temperatura corporal, através de diversos mecanismos. Ela absorve os óleos essenciais através da massagem, que são transportados para a corrente sangüínea.
Todos os animais respondem ao tato, às carícias. Quando a cadela lambe os filhotes, provoca modificações químicas neles. Se o filhote é separado de sua mãe, diminuem seus hormônios de crescimento. Para esses filhotes, o melhor tratamento, segundo especialistas, foi com uma massagem mais vigorosa, com um pincel, que simulava a língua da mãe.
Na aromaterapia, a ação terapêutica dos óleos essenciais se dá num nível elevado, mais sutil que o da planta inteira ou de seu extrato, tendo, em geral, um efeito mais pronunciado sobre a mente e as emoções. Os animais, por terem o olfato muito desenvolvido (e o tato também), reagem muito positiva e rapidamente ao tratamento. É considerada uma terapia complementar, embora seja um tratamento bastante antigo, que surgiu da fitoterapia e que é comumente usada em conjunto com esta.

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